terça-feira, 1 de julho de 2008

Num qué o xaxê?

Pra começar... nada de extraordinário aconteceu após a primeira vez (ver 1º post). Por dias seguidos pensei em excluir isso tudo e desistir da ideia de ser um 'blogueiro', but... I'm Brazilian!!

Hoje quero dividir um fato no mínimo cômico. Meus amigos e eu estávamos na Festa Junina de Jataizinho, a 26ª, considerada a maior do Paraná, e eu com fome, pra variar. Fomos até uma das centenas de milhares barracas existentes e pedi o meu lanche. Alguns minutos depois, peguei o lanche, paguei e ouvi uma frase inesquecível:
"- Num qué o xaxê?
-(segurando o riso) Não, obrigado."
Foi incrível ver meus amigos vermelhos de tanto segurar as gargalhadas que soltamos depois de sair da barraca. Sabe quando a coisa só tem graça quando acontece com você? Então, esse fato é um desses, porque contei pra minha mãe e levei um tremendo sermão...
"Alexandre! Não pode tirar sarro das pessoas, meu filho. Ela não tem culpa de não conseguir falar sachê. Sem contar que ela é mais velha, merece mais respeito ainda. Porque você não explicou como deve-se pronunciar a palavra? Porque você não explicou para os seus amigos o que você vive me falando, que 'lingüisticamente está correto'? Porque você não pegou o xaxê? Quero dizer, sachê! Tá vendo, filho. Eu falei xaxê. É normal falar errado, ou você pensa que nunca falou nada errado? Você não se lembra quando não sabia falar sagu? Vivia pedindo para eu fazer 'sagui'. E aquela vez que você foi comprar uma coca-diet para mim e pediu uma coca 'diéti'. Assim como já comprou um 'tridenti'. Tá vendo? Agora pode parar de dar risada e esqueça essa história de xaxê!"
É... não é nada fácil levar bronca. Mas enfim, o importante é ter saúde e tirar sarro, mesmo não podendo...



Na foto: Eu, Laryssa, Lílian, Danilo e Lenise. Todos na Festa Junina. A Festa Junina das lembranças, dos tempos de imitar Sandy & Junior no palco, participar de danças nada características da festa do tipo Virgulóides "Nessa bumba não ando mais, acharam um bagulho no banco de trás!", ser noivo em quadrilhas por três anos consecutivos e com a mesma noiva!, e narrar uma quadrilha em Inglês: Look at the country way! Lembro que nesses remotos anos atrás, chegar em casa depois das 23h era um absurdo. Quem dera! Hoje saio de casa nesse horário... É! O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa! (Ou não!)

Quanta abobrinha! Melhor escrever chuchu... chuchu, chuchu, chuchu! Ah por falar em chuchu lembrei do xaxê. Se sachê fosse sichi a senhora do lanche falaria "Num qué o xixi?" Vai saber...

5 comentários:

Danilo disse...

Dei muita risada com o sermão da sua mãe. É a cara dela falar tudo isso mesmo!!!

Unknown disse...

oiiiiiiii xandi...bom era assim que eu te chamava quando eu morava ai em jataizinho...num sei se se lembra de mim.eu morava pertinho de sua casa e era apaixonada por vc..rsrsrs....vc não mudou nada ehm rssrsrsrsrs...bjos.

Unknown disse...

Olha só como meu sobrinho ficou um rapaz lindo!!!!bjão da titia...rsrs

maysa disse...

Que legal, uma pessoa trazer tanta alegria ao mundo!!!
Vi seu perfil no da Eliane (teacher)e pelo que vejo vc tbém é professor. De cças.? Faz teatros? Gostaria muito de ver uma das suas apresentações.
Parabéns!!!

Alexandre disse...

Oi Maysa,
sim, sou professor de teatro, meus alunos tem entre 06 e 11 anos. Também faço teatro. Deixa um scrap pra mim no orkut, pra entrar em contato com vc.
Abraços,
Alexandre.